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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

art 21 a 24 cf

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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Língua Portuguesa com Osnir Charu: MATERIAL GRATUITO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA CONCUR...

Língua Portuguesa com Osnir Charu: MATERIAL GRATUITO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA CONCUR...: https://www.facebook.com/ osnircharu
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sábado, 21 de julho de 2012

dicas para fazer mapas


Hoje, com a iminência do edital, vejo claramente duas etapas muito distintas. A fase pré-edital e a pós-edital.
Acredito que todo esforço dispensado na fase pré-edital seria muito melhor aproveitado se tivéssemos ciência da diferença entre esses dois lados.
Hoje a minha fase pré-edital concentra-se em fazer o possível para que a fase pós seja a mais tranquila possível. Nisso, inclui estudar todo o material do edital passado, concentrando-se nas básicas, de forma que possa revisá-lo rapidamente quando sair o edital.

De nada adianta estudar com afinco, saber absolutamente tudo na fase pré-edital se não vamos fazer a prova exatamente naquele momento. Portanto, planeje em que momento você quer atingir o seu alge e como vai fazer para mantê-lo até o dia da prova.
Todos nós sabemos o quanto é dificil conciliar um estudo aprofundado, de alto desempenho, com o desafio de manter todo o conteúdo fresco. A revisão nesse sentido é uma tarefa fundamental. Porém revisar, aparentemente simples, é complicado. Muita coisa precisa ser ponderada, como a velocidade, o tempo e a intensidade de cada revisão.
Por isso, prepare o seu estudo da maneira com que você possa sair de um estágio médio ao avançado em pouco tempo, que seria exatamente entre a publicação do edital até a prova.
Os alpinistas que escalam o Monte Everest fazem 5 acampamentos até chegar ao pico. A partir do 5o, eles estão na “zona da morte”, um lugar tão alto e com tão pouco oxigênio que o corpo humano não consegue sobreviver por mais de 48 horas. Os aventureiros precisam calcular com precisão qual o momento certo de cruzar a linha da morte e adentrar ao 5o acampamento rumo ao pico.
É isso que estou falando. De nada adianta você escalar rapidamente o seu Everest e chegar lá de madrugada, onde não há o sol brilhante para iluminar o seu horizonte, e o máximo que consegue ver é a palma da sua própria mão. E também não pode permanecer lá parado sob o risco de morrer congelado. Os alpinistas, sabendo disso, permanecem no 4o acampamento até que as condições externas melhorem o suficiente para que possam dar o assalto final rumo ao topo, e calculam com perfeição o exato momento de chegar lá quando o sol está a pino, possibilitando enxergar além do horizonte.
Mas não é exatamente sobre isso que gostaria de comentar. Pretendo falar um pouco sobre o material adequado que devemos montar ao longo dos nossos estudos, para que quando chegar o momento de atacarmos o pico, não sejamos pegos despreparados, sem as botas, cordas e mochilas próprias para tanto.
Sendo mais específico, vou tratar um pouco sobre os “mapas mentais”. Importante ferramente de aprendizado e revisão.
Os mapas podem substituir com perfeição os resumos manuscritos. E com muitas vantagens. A principal delas é justamente para a hora do ataque final rumo ao cume. Muitas pessoas são viciadas em fazer resumos. Encontram-se num nível de dependência que acreditam que se não escreverem aquilo que estão lendo, não conseguirão aprender ou fixar o conteúdo. Isso tudo é hábito. E pode ser mudado.
A primeira vez que li sobre mapas mentais aplicado aos concursos foi no Manual do Concurseiro, do Alex Meirelles. Lembro-me perfeitamente do quadrado manuscrito e colorido no qual ele dispunha sobre o ICMS. Tinha a marcação das aliquotas internas e externas, e as competências para a sua alteração. Naquela época, mal sabia o que era ICMS, muito menos as diferenças entre as alíquotas e quem seriam os responsáveis pelos seus mínimos e máximos.
Engraçado é que depois de tanto tempo, ainda me recordo perfeitamente daquela imagem. Isso não é a toa. Os mapas mentais trabalham muito com a nossa memória visual, que é muito poderosa, e pouco aproveitada.
Tenho certeza que você já experimentou a sensação precisa de saber exatamente em qual parte do livro uma determinada informação se encontra. Você sabe visualmente que ela está, por exemplo, no canto inferior esquerdo. E passa a procurá-lo, folheando rapidamente as páginas, e confiando naquele registro da sua memória. E muitas vezes estamos corretos. Conseguimos encontrar determinado trecho apenas lembrando a imagem de onde aquele texto se encontrava dentro da página do livro.
Esse é apenas um dos aspectos dos mapas mentais. Mas as principais vantagens estão na hora de montá-los, de destrinchar o texto puro e transformá-lo numa imagem. É nessa hora que somos obrigados a nos ater profundamente ao texto, procurando entender a mensagem como um todo e hierarquizar os tópicos, agrupando-os de acordo com a estrutura. É aqui que damos um salto muito maior que o resumo.
Nos resumos, seguimos apenas a ordem que é passada pelo autor ou pelo texto da lei. Muitas vezes esses textos não passam imediatamente a visão do todo. Sem esta visão, a nossa compreensão fica prejudicada, pois muitas vezes não sabemos onde devemos guardar aquela informação. Ou, então, informações que deveriam ser tratadas de maneira uniforme, coesas, ficam dispersas e desconexas.
Outra vantagem grande sobre os resumos está na hora de buscar informações. Com os mapas mentais, resgatar informações fica muito mais fácil. É dificil retirar de um texto corrido uma exata informação no meio de inúmeros parágrafos. Já nos mapas mentais, o resgate é feito sobre uma ótica hierarquizada. Vamos seguindo os grupos maiores até chegar no ponto específico.
Se alguém te perguntasse onde você guarda aquela meia amarela que ganhou da sua vó no natal de 1998, dificilmente conseguiria lembrar, assim, de imediato. Para resgatar essa informação seria preciso percorrer uma série de etapas. Essas etapas não são aleatórias. Elas saem de um universo amplo até um restrito. Por exemplo você poderia seguir a lógica de que se ganhou a meia e não a usa, ela está dentro da sua casa. Dentro de casa, provavelmente estará no quarto. No quarto, ela deve estar dentro do armário. Lá, ela só pode estar numa das 4 gavetas do canto esquerdo, onde costumo guardar os acessórios. Dentre aquelas 4 gavetas, as duas primeiras são das meias. Das duas gavetas, a de cima ficam as esportivas; na de baixo, as sociais. A meia que minha vó deu naquele ano era
amarela e esportiva, logo é muito provavel que esteja na primeira gaveta então.
Veja que reconstituimos todos os passos até termos uma provavel certeza de uma informação que há muito tempo você tinha arquivado. Pois é exatamente isso que será necessário na hora da prova.
Em termos práticos, vamos a um exemplo simples. Escolhi transcrever um capítulo de “Intervenção” da CF (art. 34 a 36). A escolha não foi aleatória. Essa parte é um exemplo típico do que costuma acontecer quando apenas lemos ou resumimos o texto, ao invés de destrinchá-lo e remontá-lo de maneira mais organizada e didática, agrupada por semelhantes, como as meias bem organizadas em seu armário.
Só gostaria de dizer que por limitações técnicas não dá para colocar passo a passo a montagem.
Vamos então:
CAPÍTULO VI
DA INTERVENÇÃO
Art. 34. A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para:
I – manter a integridade nacional;
II – repelir invasão estrangeira ou de uma unidade da Federação em outra;
III – pôr termo a grave comprometimento da ordem pública;
IV – garantir o livre exercício de qualquer dos Poderes nas unidades da Federação;
V – reorganizar as finanças da unidade da Federação que:
a) suspender o pagamento da dívida fundada por mais de dois anos consecutivos, salvo motivo de força maior;
b) deixar de entregar aos Municípios receitas tributárias fixadas nesta Constituição, dentro dos prazos estabelecidos em lei;
VI – prover a execução de lei federal, ordem ou decisão judicial;
VII – assegurar a observância dos seguintes princípios constitucionais:
a) forma republicana, sistema representativo e regime democrático;
b) direitos da pessoa humana;
c) autonomia municipal;
d) prestação de contas da administração pública, direta e indireta.
e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 14, de 1996)
e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000)
Art. 35. O Estado não intervirá em seus Municípios, nem a União nos Municípios localizados em Território Federal, exceto quando:
I – deixar de ser paga, sem motivo de força maior, por dois anos consecutivos, a dívida fundada;
II – não forem prestadas contas devidas, na forma da lei;
III – não tiver sido aplicado o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino;
III – não tiver sido aplicado o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde;(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000)
IV – o Tribunal de Justiça der provimento a representação para assegurar a observância de princípios indicados na Constituição Estadual, ou para prover a execução de lei, de ordem ou de decisão judicial.
Art. 36. A decretação da intervenção dependerá:
I – no caso do art. 34, IV, de solicitação do Poder Legislativo ou do Poder Executivo coacto ou impedido, ou de requisição do Supremo Tribunal Federal, se a coação for exercida contra o Poder Judiciário;
II – no caso de desobediência a ordem ou decisão judiciária, de requisição do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça ou do Tribunal Superior Eleitoral;
III – de provimento, pelo Supremo Tribunal Federal, de representação do Procurador-Geral da República, na hipótese do art. 34, VII;
III de provimento, pelo Supremo Tribunal Federal, de representação do Procurador-Geral da República, na hipótese do art. 34, VII, e no caso de recusa à execução de lei federal. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)
IV – de provimento, pelo Superior Tribunal de Justiça, de representação do Procurador-Geral da República, no caso de recusa à execução de lei federal. (Revogado pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)
§ 1º – O decreto de intervenção, que especificará a amplitude, o prazo e as condições de execução e que, se couber, nomeará o interventor, será submetido à apreciação do Congresso Nacional ou da Assembléia Legislativa do Estado, no prazo de vinte e quatro horas.
§ 2º – Se não estiver funcionando o Congresso Nacional ou a Assembléia Legislativa, far-se-á convocação extraordinária, no mesmo prazo de vinte e quatro horas.
§ 3º – Nos casos do art. 34, VI e VII, ou do art. 35, IV, dispensada a apreciação pelo Congresso Nacional ou pela Assembléia Legislativa, o decreto limitar-se-á a suspender a execução do ato impugnado, se essa medida bastar ao restabelecimento da normalidade.
§ 4º – Cessados os motivos da intervenção, as autoridades afastadas de seus cargos a estes voltarão, salvo impedimento legal.
Em primeiro lugar, é preciso fazer uma leitura atenta antes de qualquer esboço. Essa leitura deve ser direcionada a identificar a estrutura do texto, a maneira como os dispositivos são agrupados, se há alguma semelhança entre essas estruturas e qual a relação entre elas com o todo. É muito importante que esteja atento para disposição geral, compreender onde cada item se encaixa. Esse momento seria equivalente a ver a imagem de um quebra-cabeça de mil peças antes de começar a montá-lo.
Compreendido essas relações, é hora de dar os primeiros traços.
O capítulo de intervão é cheio de detalhe. A maneira como foi escrito na constituição não tem a melhor didática. O legislador separou informações únicas em incisos e parágrafos diferentes. Nosso trabalho é justamente reconstruir o texto da melhor maneira. É nesse esforço que vamos aprender com um grau de profundidade muito maior que apenas resumindo. Além disso, já vai compor um importante instrumento de revisão na nossa fase pós-edital. Talvez muito mais útil do que centenas de páginas de resumos, que não teremos tempo para ler.
Lendo o capítulo, vemos que há dois níveis de intervenção. A da União nos Estados. E desses nos municípios. Veja que pela leitura apenas do artigo 34 pensaríamos que a União só pode intervir nos Estados (e DF). Porém, o art. 35 acrescenta que a União pode intervir nos municípios situados em territórios. Veja como essas informações já poderiam ter sido dadas de uma vez. É nosso dever agrupá-los da melhor forma. O texto constitucional seguiu a lógica de quem pode intervir em quem. Já a nossa é em quem determinado ente pode intervir. A escolha dessa lógica não é ao acaso. Essa escolha segue o padrão das perguntas da ESAF. Ao montar o desenho, vamos fazê-lo de maneira que facilite a responder as pegadinhas da ESAF. Tanto que o convido, após terminarmos esse mapa, que faça todos os exercícios sobre esse assunto pela ESAF e verá como fica fácil acertar!

Fazendo uma análise horizontal entre a intervenção federal e a estadual, vemos que ambas possuem estruturas semelhantes, porém não identicas. É exatamente nesses pontos que a ESAF vai tentar te confundir. Ela tentará nos ludibriar pela simetria entre os dois modelos, que em alguns aspectos se diferenciam.
Nas semelhanças, ambas as estruturas apresentam intervenções espontâneas e provocadas. Não vou entrar no mérito de discorrer qual a diferença entre essas duas modalidades. Nos m
apas mentais, as informações devem ser condensadas. Esses conceitos devem ser entendidos, seja pela lei ou pela doutrina, ao fazermos o nosso desenho.

Entre as provocadas, apenas no âmbito da União, existem as solicitações e as requisições. Das requisições vemos que apenas o Judiciário tem o poder de clamá-las. Já as solicitações podem vir do executivo ou legislativo coactos. Simetricamente, no modelo estadual o texto não traz distinção. Pode ser que a doutrina o faça, o texto não. E percebemos também que no modelo estadual as provocadas apenas podem ser propostas pelo judiciário. Então, não é possível uma intervenção estadual em município originado por pedido do poder legislativo. Veja que isso poderia ser uma boa pegadinha, uma vez que não acompanha a simetria federal, onde o legislativo coacto é capaz de procar o poder executivo.

Seguindo esse mecanismos, vamos adentrando cada vez mais no texto, separando por grupos e dispondo-os de maneira uniforme. O passo seguinte é identificar quais são os órgãos capazes de iniciar o processo interventivo. Veja que cada órgão tem suas competências e o seu rito. Para alguns são espontâneas, para outros provocada. Outros, além disso, dependem de solicitação; e para alguns, independe. E por ai vai. Veja abaixo a figura completa.
http://farm4.static.flickr.com/3068/295 … 2e0e_o.jpg
Poderíamos seguir com esse mecanismo até o final do texto. Inclusive no final, onde é falado sobre o decreto interventivo, poderíamos associar cada caso com a necessidade ou não de ser o mesmo submetido a apreciação do congresso ou assembléia e quais os passos e prazos necessários para tanto. No caso, só mencionei as hipóteses que dispensam a apreciação, por tratarem de exceções, importante alvo de perguntas e pegadinhas feitas pela ESAF.
Para finalizar, você pode ainda destacar os elementos utilizando cores diferentes para cada grupo homogêneo.
No começo disse sobre as inúmeras vantagens dos mapas sobre os resumos. Porém, ele também tem desvantagens. Uma delas, se não a principal, é que não é possível ter o texto inteiro dentro de cada box. Logo apenas a idéia principal é colocada na imagem, cabendo a cada um resgastar o texto completo. O problema é que muitas vezes a ESAF não quer saber se sabemos bem a estrutura do texto, ela faz apenas um mero jogo de palavras. E nesse caso, o mapa seria insuficiente. Portanto, o mapa mental deve ser conciliado com a leitura da lei seca, decorativa. Por isso que já recomendei aquele modo de impressão a meia página da lei seca, deixando uma coluna em branco justamente para colocar esses mapas. O conjunto dessas duas técnicas garante um aproveitamento muito acima do normal. É um salto de qualidade.
www.mapasequestoes.com.br
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sexta-feira, 20 de julho de 2012

mapa acentuação

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quinta-feira, 12 de julho de 2012

mapa responsabilidade civil serv 8112

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maoa verbos

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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Período: 17/05/2012 a 12/07/2012
Duração: 48 aulas

De acordo com edital de 03/07/2012.
Cronograma:
Execução Orçamentária e Financeira – Graciano Rocha
Aula 1: 21/05
Aula 2: 28/04
Aula 3: 04/06
Aula 4: 11/06
Aula 5: 18/06

Português – Albert Iglésia
Aula 1: 22/05
Aula 2: 29/05
Aula 3: 05/06
Aula 4: 12/06
Aula 5: 19/06
Aula 6: 26/06
Aula 7: 03/07
Aula 8: 10/07

Atualidades – Virgínia Guimarães
Aula 1: 22/05
Aula 2: 29/05
Aula 3: 05/06
Aula 4: 12/06
Aula 5: 19/06
Aula 6: 26/06
Aula 7: 03/07
Aula 8: 10/07

Direito Constitucional – Roberto Troncoso
Aula 1: 23/05
Aula 2: 30/05
Aula 3: 06/06
Aula 4: 13/06
Aula 5: 20/06

Controle Externo – Luiz Henrique Lima
Aula 1: 17/05
Aula 2: 24/05
Aula 3: 31/05
Aula 4: 07/06
Aula 5: 14/06
Aula 6: 21/06

Noções de Informática – Patrícia Quintão
Aula 1: 17/05
Aula 2: 24/05
Aula 3: 31/05
Aula 4: 07/06
Aula 5: 14/06
Aula 6: 21/06
Aula 7: 28/06
Aula 8: 05/07
Aula 9: 12/07

Direito Administrativo – Luciano Oliveira
Aula 1: 28/05
Aula 2: 04/06
Aula 3: 11/06
Aula 4: 18/06
Aula 5: 25/06
Aula 6: 02/07
Aula 7: 09/07


 exercicios
Cronograma:
Execução Orçamentária e Financeira – Graciano Rocha
Aula 1: 21/05
Aula 2: 28/04
Aula 3: 04/06
Aula 4: 11/06
Aula 5: 18/06

Português – Albert Iglésia
Aula 1: 22/05
Aula 2: 29/05
Aula 3: 05/06
Aula 4: 12/06
Aula 5: 19/06
Aula 6: 26/06
Aula 7: 03/07
Aula 8: 10/07

Atualidades – Virgínia Guimarães
Aula 1: 22/05
Aula 2: 29/05
Aula 3: 05/06
Aula 4: 12/06
Aula 5: 19/06
Aula 6: 26/06
Aula 7: 03/07
Aula 8: 10/07

Direito Constitucional – Roberto Troncoso
Aula 1: 23/05
Aula 2: 30/05
Aula 3: 06/06
Aula 4: 13/06
Aula 5: 20/06

Controle Externo – Luiz Henrique Lima
Aula 1: 17/05
Aula 2: 24/05
Aula 3: 31/05
Aula 4: 07/06
Aula 5: 14/06
Aula 6: 21/06

Noções de Informática – Patrícia Quintão
Aula 1: 17/05
Aula 2: 24/05
Aula 3: 31/05
Aula 4: 07/06
Aula 5: 14/06
Aula 6: 21/06
Aula 7: 28/06
Aula 8: 05/07
Aula 9: 12/07

Direito Administrativo – Luciano Oliveira
Aula 1: 28/05
Aula 2: 04/06
Aula 3: 11/06
Aula 4: 18/06
Aula 5: 25/06
Aula 6: 02/07
Aula 7: 09/07

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domingo, 8 de julho de 2012

macetes

Formas de Provimento

Esse macete visa a memorização de algumas das formas de provimento de cargos públicos federais:

ReVersão
V de velhinho, aposentado. É a volta do aposentado por invalidez ou pelo interesse da administração.

ReaDaptação
D de doente. A investidura do servidor em cargo compatível com uma limitação física que tenha sofrido (doença, acidente, etc).

REINtegração
Lembre-se de REINvestidura. Uma nova investidura do servidor em seu cargo, após a invalidação de sua demissão.

Recondução=volta
Lembre-se que é a volta do servidor ao cargo que ocupava anteriormente ao atual.

Atributos dos Atos Administrativos

Este macete é simples e bastante conhecido, mas para quem está iniciando nos estudos, ajuda muito.
Para memorizar os três atributos do Ato Administrativo lembre-se de PAI.

Presunção de legitimidade
Auto-executoriedade
Imperatividade

Casos de demissão que impedem o Servidor Federal de ocupar cargos públicos durante 5 anos

Memorize os dois casos de demissão que impossibilitam o servidor a uma nova investidura em cargo público federal no prazo de cinco anos. (Art. 137, Caput, da Lei 8.112/90):

Lembre de PRO-PRO

PROveito:
Valer-se do cargo para lograr PROveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública.

PROcurador:
Atuar, como PROcurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau, e de cônjuge ou companheiro.

Crimes cometidos pelo Servidor Federal que o impedem de ocupar novamente cargos públicos

Este Macete auxilia na memorização dos 5 casos de crimes cometidos que impedem o servidor demitido de retornar ao serviço público federal. (Art. 137, Paragráfo único da Lei 8.112/90 ):

Memorize a palavra CRIMALECO

CRime contra a administração pública
IMprobidade administrativa
Aplicação irregular de dinheiros públicos
LEsão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional
COrrupção

É muito simples, basta lembrar que são cinco os casos, e que na palavra CRIMALECO, os dois primeiros e o dois últimos casos são iniciados por duas letras e no caso do meio, apenas uma letra o inicia.

Princípios da Administração Pública

Como sugestão de uma visitante de nosso site, inserimos este já conhecido macete, mas importante para quem inicia nos estudos. Ele auxilia na memorização dos 5 princípios que regem a administração pública, elencados no art. 37 da Constituição. Basta lembrar da palavra LIMPE.

Legalidade,
Impessoalidade,
Moralidade,
Publicidade,
Eficiência.

Ramos do direito em que a competência para legislação é concorrente

Este macete irá lhe auxiliar na memorização de todos os ramos do direito em que a competência para legislar é concorrente entre a união, estados e DF.
Lembre-se de PUTO-FE:

Penitenciário
Urbanístico
Tributário
Orçamentário
Financeiro
Econômico

Cargos privativos de brasileiros natos

Este macete é muito interessante. Auxilia na memorização de todos os cargos exclusivos de brasileiros natos previstos pela constituição federal.
Para lembrar de tais cargos, lembre de MP3.COM

Vejamos:
Ministro do STF
Presidente e Vice Presidente da República
Presidente do Senado Federal
Presidente da Câmara dos Deputados
.
Carreira Diplomática
Oficial das Forças Armadas
Ministro de Estado de Defesa

Muito simples e de grande ajuda.
· · · Ontem às 10:43 próximo a Curitiba

  • Silvio Rogerio e outras 6 pessoas curtiram isso.
Opções
Facebook © 2012 · P
Postado por myrtes às 15:38 Nenhum comentário:
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segunda-feira, 2 de julho de 2012

mapa banca examinadoras

https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-snc6/165827_10151233896034692_917382101_n.jpg
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desconcetração x descentalização

Postado por myrtes às 03:16 Nenhum comentário:
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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Dica para fazer provas de concurso público

Dica para fazer provas de concurso público

A primeira coisa que se precisa em uma prova é calma, tranqüilidade. Se você começar a ficar nervoso, sente-se e simplesmente respire. Respire calma e tranqüilamente, sentindo o ar, sentindo sua própria respiração.
Após uns poucos minutos verá que respirar é um ótimo calmante. Procure manter-se em estado alfa, ou seja, combine calma e atenção.
Comece a ver a prova como algo agradável, como uma oportunidade, visualize-se calmo e tranqüilo. Lembre-se que “treino é treino e jogo é jogo” e que os jogadores gostam mesmo é de jogar: a prova é a oportunidade de jogar pra valer, de ir para o campeonato.
Fazer provas é bom, é gostoso, é uma oportunidade. Conscientize-se disso e enquanto a maioria estiver tensa e preocupada, você estará feliz e satisfeito. Um dos motivos pelos quais eu sempre rendi bem em provas é porque considero fazer provas algo agradável. Imagine só, às vezes a gente vai para uma prova desempregado e sai dela com um excelente cargo! Mesmo quando não passamos, a prova nos dá experiência para a próxima vez. Comece a ver, sentir e ouvir “fazer prova” como algo positivo, como uma ocasião em que podemos estar tranqüilos, calmos e onde podemos render bem.
Ao fazer uma prova, nunca perca de vista o objetivo: passar. O objetivo não é ser o primeiro colocado (o que é uma grande ilusão, já que ser o primeiro traz mais problemas do que vantagens). Também não é mostrar que é o bom, o melhor, o “sabe-tudo”. O objetivo é acertar as questões, tentar fazer o máximo de pontos mas ficar feliz se acertar o mínimo para passar.
Só isso.
A simplicidade e a objetividade são indispensáveis na prova, ladeadas com o equilíbrio emocional e o controle do tempo. Para passar lembre-se que você precisa responder aquilo que foi perguntado. Leia com atenção as orientações ao candidato e o enunciado de cada questão.
Em provas objetivas, seja metódico ao responder. Em provas dissertativas, seja objetivo e mostre seus conhecimentos. Por mais simples que seja a questão, responda-a fundamentadamente. No início e no final seja objetivo; no desenvolvimento (no miolo), procure demonstrar seus conhecimentos. Nessa parte, anote tudo o que você se recordar sobre o assunto e estabeleça relações com outros. Sem se perder, defina rapidamente conceitos e classificações. Se souber, dê exemplos. Aja com segurança: se não tiver certeza a respeito de um comentário, adendo ou exemplo, evite-o. “Florear” a resposta sem ter certeza do que está escrevendo não vale a pena. Isso só compensa se tratar-se do ponto central da pergunta, do cerne da questão. Nesse caso, se o erro não for descontado dos acertos, arrisque a resposta que lhe parecer melhor.
Utilize linguagem técnica. A linguagem de prova é formal, de modo que não se deixe enganar pela coloquial. Substitua termos, se preciso. Ex.: “Eu acho”, “Eu entendo”, “Entendo que”.
Correção lingüística. Tão ruim quanto uma letra ilegível ou uma voz inaudível é a letra bonita ou a voz tonitruante com erros de português. O estudo da língua nunca é desperdício e deve ser valorizado. Além disso, a leitura constante aumenta a correção da exposição escrita ou falada.
Evitar vaidades ou “invenções”. Muitos querem responder o que preferem, do jeito que preferem. Em provas e concursos temos que atentar para a simplicidade e para o modo de entender dominante e/ou do examinador. Aquela nossa tese e opinião inovadora, devemos guardá-la para a ocasião própria, que certamente não é a do concurso.
Tenha sempre humildade intelectual. Não queira parecer mais inteligente que o examinador ou criticá-lo. Não se considere infalível, sempre prestando atenção mesmo a questões fáceis ou aparentemente simples. Nunca despreze uma opinião diversa.
“Teoria do consumidor”. Além desses cuidados, temos que ter um extra com alguns examinadores. Lembre-se que todo professor, quando aplica uma prova é, na prática, um examinador. A grande maioria dos examinadores aceita que o candidato tenha uma opinião divergente da sua. Há, contudo, alguns mestres e bancas um tanto mais inflexíveis, casos em que será exigido do candidato uma dose de fluidez, docilidade, suavidade e brandura.
Junte-se a isso o ensino daqueles que sabem atender ao consumidor: o importante é satisfazer o cliente, o cliente tem sempre razão, o atendimento é tão importante quanto o produto.
Esta técnica ensina que o candidato deve ser prudente e pragmático.
Pragmatismo, anote-se, é a “doutrina segundo a qual a verdade de uma proposição consiste no fato de que ela seja útil, tenha alguma espécie de êxito ou de satisfação”.
O candidato precisa ter fluidez e maleabilidade suficientes para moldar-se à eventual inflexibilidade do examinador.
Se o seu professor só considera correta uma posição, devemos ter cuidado ao responder pois a prova não é a ocasião mais adequada para um enfrentamento de idéias, até porque ele é quem dá a nota, havendo uma grande desigualdade de forças. Existem os momentos adequados para firmar nossas opiniões e pontos de vista e isso é absolutamente indispensável, desde que na hora certa.
Letra legível, palavras audíveis. Se o examinador não consegue decifrar sua caligrafia nem ouvir sua voz, isso irá prejudicar a quem? Quem tem o maior interesse em ser lido, ouvido e entendido? Será que todos os examinadores, profissionais ocupados e atarefados, diante de centenas ou de milhares de provas para corrigir, terão tempo e compreensão diante de uma letra ilegível? Na hora da prova faça letra bonita, de preferência redondinha (ou, no mínimo, em caixa alta), a fim de que ela fique legível. Treine sua oratória para saber falar razoavelmente.
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Como “chutar” em provas de concursos

Como “chutar” em provas de concursos

O ideal é que o candidato esteja sempre preparado para responder todas as questões conscientemente e nunca precise chutar. Passar em um concurso público chutando todas as questões é estatisticamente muito mais difícil do que acertar na loteria.
Mas quase sempre tem uma ou outra questão que o candidato não faz a menor idéia de qual resposta é a certa, nesses casos não resta outra alternativa a não ser chutar mesmo.
Para isso se o candidato souber algumas técnicas, pode acabar aumentando a probabilidade de acertar essas questões no chute:
1º Dica – Eliminação
Primeiramente o candidato deve verificar se existe alguma questão com uma resposta absurda ou visivelmente errada, pode parecer simples, mas isso aumenta muito a sua probabilidade de acertar. Por exemplo: em uma questão com 5 alternativas, a probabilidade de acerto é de 20%, caso seja eliminado uma alternativa a probabilidade aumenta para 25%.
2º Dica – Repetição
Verifique se há respostas que se repetem, caso existam, estas tendem a ser as corretas. Por exemplo:
A) Cachorro e Cavalo
B) Vaca e Gato
C) Gato e Cachorro
D) Gato e Macaco
E) Cachorro e Macaco
Note que as palavas Gato e Cachorro aparecem mais vezes em todas as alternativas, então provavelmente a resposta correta é a C, pois reúne as palavras mais citadas.
3º Dica – Semelhança
Geralmente o examinador tende a tentar confundir o candidato colocando alternativas parecidas ou próximas da resposta correta. Com isso as alternativas que são muito semelhante a outras provalmente conterão a alternativa correta. Por exemplo:
A) 10,8
B) 15,2
C) 15,5
D) 18,2
E) 20,5
Nesse caso a alternativa B é semelhente ou próxima da C, então provavelmente uma das duas é a correta.
4º Dica – Generalização
Desconfie de toda alternativa que generaliza um determinado assunto, aqui vale a máxima que toda regra tem a sua exceção, quando houver alternativas desse tipo elas tem maior probabilidade de estarem erradas. Segue alguns exemplos de palavras que generalizam assuntos: nunca, jamais, sempre, completamente, incondicional, ninguém, todos, definitivamente e total.
IAV165498763-JHJHOGB AÇLFUAMÇFDALSIFASDFFAFGDAJ
5º Dica – Distribuição
Essa dica não é tão eficiente quanto as primeiras, mas pode ajudar em alguns casos. Estatísticamente, a banca examinadora tende a distribuir igualmente as respostas conforme a quantidade de alternativas e questões da prova. Por exemplo, se cada questão contém 5 alternativas e a prova contém 50 questões, provavelmente o examinador colocará 10 alternativas A, 10 B, 10 C, 10 D e 10 E. Então, quando for chutar, vale a pena contar quantas respostas já foram assinaladas para cada alternativa, a que tiver menos respostas deve ser o palpite. Mas caso tenha já muitas respostas erradas na prova, essa dica não funcionará bem.

» Conheça as regras dos nossos rateios
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quarta-feira, 27 de junho de 2012

mapa peculato

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conjugação haver x reaver

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domingo, 24 de junho de 2012

mas x mais

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me x mim

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onde x aonde

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mapa unid medidas

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mapa hardwaere

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se

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prosopopeia

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o famoso se

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mapa definição transitar em julgado

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sábado, 23 de junho de 2012

rede social dicas potugyes

http://educacao.uol.com.br/album/2012/04/30/rede-social-oferece-dicas-rapidas-que-ajudam-nos-erros-mais-comuns-da-lingua-portuguesa.htm?fotoNav=9
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mapa sujeito x predicado

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mapa oração sem sujeito

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mapa ortografia

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outros processos formação das palavras

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formação das palavras

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sexta-feira, 22 de junho de 2012

iniciativa popular

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

CatiaPipoca: Arrumando a bagunça...

CatiaPipoca: Arrumando a bagunça...: 65 dias para prova TRESP... Certamente é um fato comum na vida de qualquer concurseiro, um edital extenso significa muitas vezes uma enorme...Certamente é um fato comum na vida de qualquer concurseiro, um edital extenso significa muitas vezes uma enorme bagunça de materiais, nem sempre as leis são exigidas em sua totalidade então para facilitar imprimimos partes de leis e mais leis, procuramos em livros A e B complementos para reforçar a matéria, anotamos, rascunhamos, exercícios resolvidos e quando nos damos conta nosso espaço de estudo está num amontoado de papel.

Os dias passam e logo volume dobra, triplica, etc... livros desordenados, ou como diz minha mãe: jogados...(rsrsrs) acabam atrapalhando pois se encontram fora de lugar em horas de se estudar outras matérias e acaba gerando um desconforto enorme, pois ocupam muito espaço. Não adianta muito se organizar com cronogramas que delimitam quantidades de tempo de estudo para cada matéria se você perde tempo tentando organizar a bagunça de outros dias. 

 Compreendi hoje que bagunça é um dos fatores inibidores de um bom desempenho. Por acaso você já olhou para sua mesa e desejou estudar em outro lugar? Pensou e disse: - Não aqui não dá, sem o mínimo interesse em arrumar naquela hora acaba procurando um lugar mais limpo, olha ao redor e adivinha; logo ali bem perto, sua cama em melhores condições de estudo...rsrs, é quando sem perceber você cai em uma grande armadilha, porque cama e livros não combinam o resultado só pode ser o sono te pegar daquele jeito que ele gosta...rsrs

Fato comprovado pelo menos a mim. Desorganização gera um desequilíbrio enorme em toda minha rotina. Percebi que precisava arranjar um lugar mais adequado para meus livros, distante da mesa, ou pelo menos fora dela, porque mesa não é estante e também não é lixo para acumular folhas que não usarei, portanto devem ser devidamente guardadas em ordem, isso tudo proporciona uma sensação muito mais agradável, dá até vontade de encher a mesa de livros novamente, mas só enquanto os estiver usando, importante...

A arquivologia nos ensina em sua matéria os benefícios de se dividir os arquivos em setoriais e gerais ou centrais. Posso trazer para minha rotina como um arquivo setorial minha mesa, quando eu uso para estudar a matéria do dia, e o arquivo central, um pouco distante, portanto, deixando meu ambiente mais organizado ficaria os livros que não uso em dias "x". Separar seu material, buscar a organização pode ser um aliado no seu desempenho, além de melhorar um pouco o visual do seu quarto que já não se é dos melhores quando se vive na busca desse sonho: aprovação!

Fiquem com Deus!

Bons estudos!

"O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência."
Henry Ford


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CatiaPipoca: Arrumando a bagunça...

CatiaPipoca: Arrumando a bagunça...: 65 dias para prova TRESP... Certamente é um fato comum na vida de qualquer concurseiro, um edital extenso significa muitas vezes uma enorme...
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CatiaPipoca: Dicas para quem trabalha montar um horário de estu...

CatiaPipoca: Dicas para quem trabalha montar um horário de estu...: Ontem recebi mais e-mails de concurseiros aflitos por não conseguirem estudar devido ao cansaço após um dia de muito trabalho. É complicad...
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CatiaPipoca: Tá perdido?

CatiaPipoca: Tá perdido?: Só não esqueçam que o Cadastro Reserva já era ...ok? Claro que vcs sabem, apenas ratificando..rsrsrs Vejam a sequencia deste video no Yout...
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CatiaPipoca: Tá perdido?

CatiaPipoca: Tá perdido?: Só não esqueçam que o Cadastro Reserva já era ...ok? Claro que vcs sabem, apenas ratificando..rsrsrs Vejam a sequencia deste video no Yout...
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CatiaPipoca: Plano de estudo. Comece pelo simples, depois elabo...

CatiaPipoca: Plano de estudo. Comece pelo simples, depois elabo...
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CatiaPipoca: Foco!

CatiaPipoca: Foco!
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CatiaPipoc Peculato mapa

CatiaPipoca: Peculato
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CONCURSEIRO GUERREIRO: COMO SIMULAR A PROVA DE CONCURSO PÚBLICO

CONCURSEIRO GUERREIRO: COMO SIMULAR A PROVA DE CONCURSO PÚBLICO: Existe um sábio ditado popular que diz: “treino é treino, jogo é jogo”. No estudo para concurso público é a mesmíssima coisa. Não importa ...
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CONCURSEIRO GUERREIRO: COMO SIMULAR A PROVA DE CONCURSO PÚBLICO

CONCURSEIRO GUERREIRO: COMO SIMULAR A PROVA DE CONCURSO PÚBLICO: Existe um sábio ditado popular que diz: “treino é treino, jogo é jogo”. No estudo para concurso público é a mesmíssima coisa. Não importa ...
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Português para concurso - Uso do porquê

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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Saber Direito: Relembre tudo sobre controle de Constitucionalidad...

Saber Direito: Relembre tudo sobre controle de Constitucionalidad...: Seguindo o nosso intento de criar um método facilitador para os nossos estudos, estou disponibilizando mais um mapa mental, desta vez, de Co...
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Saber Direito: Relembre tudo sobre controle de Constitucionalidad...

Saber Direito: Relembre tudo sobre controle de Constitucionalidad...: Seguindo o nosso intento de criar um método facilitador para os nossos estudos, estou disponibilizando mais um mapa mental, desta vez, de Co...
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Saber Direito: NOVAS REGRAS PARA A PROPAGANDA ELEITORAL 2012.

Saber Direito: NOVAS REGRAS PARA A PROPAGANDA ELEITORAL 2012.: Olá amigos e seguidores.  Sei que ando um pouco sumido, mas é que em ano eleitoral o trabalho é dobrado para os servidores dos TRE´s. S...
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ANULAÇÃO e REVOGAÇÃO do ATO ADMINISTRATIVO - Dicas Imperdíveis da Prof. ...

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Contagem Regressiva Para INSS

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metodologia de estudo 2


Começar hoje a se preparar para ingressar numa carreira pública implica a decisão de estudar à maneira antiga ou à nova. A antiga costuma exigir, em média, 3,5 a 4,5 anos, tempo demais para quem tem pressa. À nova, costuma-se passar no concurso escolhido num período de tempo que oscila, em média, entre 1,5 e 2,5 anos, dependendo da dedicação do candidato, que deve investir entre 4 e 5 horas de estudo por dia.
A técnica que aconselhamos divide o estudo em três fases:
Fase I: Língua Portuguesa (e Texto);
Fase II: Outras matérias comuns a todos os concursos;
Fase III: Matérias específicas de um determinado concurso.
A fase I pode ser cumprida com mais eficiência em casa ou no trabalho do aluno. As empresas costumam liberar o uso do computador ao funcionário que se mostra decidido a melhorar seu nível intelectual. Uma hora durante o horário de almoço e três ou quatro após o expediente. No tempo de almoço, estudar antes de almoçar, mesmo que com um pouco de fome, propicia melhor rendimento. Para quem quer estudar em casa, o melhor não é estudar à noite, mas dormir bem cedo, acordar e estudar 3 horas bem cedo, antes do início das atividades diárias. A mente descansada, após o sono, é mais receptiva.
Na fase I, Língua Portuguesa (e Texto), que reprova 70% dos candidatos, você vai assumir o compromisso de, em três meses, rever muito bem tudo o que está nos seguintes livros, ou cursos online, atualizados conforme o Acordo Ortográfico:
a) Gramática pela Prática - 45 a 60 dias.
b) Análise Sintática Visual - 20 a 25 dias.
c) Intelecção e Interpretação de Textos - 15 a 20 dias.
Estão disponíveis os livros, ou os cursos online (que incluem também os livros). Os cursos online, por permitirem ao aluno assistir às explicações do professor, repetidas vezes, rendem mais.
Na fase II, que também pode ser feita em casa ou no trabalho, serão vencidas, em 90 dias, as sete matérias seguintes, exigidas em todos os concursos:
d) Direito Constitucional
e) Direito Administrativo
f) Lei 8.112
g) Lei 8.666
h) Informática
i) Raciocínio Lógico
j) Atualidades
Durante essa fase II, você reserva duas horas em um determinado dia da semana para resolverprovas de Língua Portuguesa.
Na fase III, você escolhe um concurso, estuda o edital e prepara-se para as matérias específicas, em sala de aula presencial ou ainda na internet. Durante essa fase, você reserva 4 horas em cada sábado e 4 horas em cada domingo, para resolver questões de provas já realizadas, 1 hora para cada matéria básica vista nas fases I e II.
Essa velocidade de estudo só a Vestcon pode oferecer, porque ela tem a maior experiência e a mais avançada tecnologia do país.

fonte:
paulo cesar junior paulo cesar junior  
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metodologia de estudo

Achei muito interessante
Desenvolvi uma metodologia nova, recentemente. Irei colocar em tópicos para que a leitura possa ficar mais agradável.
1) A organização em relação a tempo se dá da seguinte forma: possuo um planejamento corresponte a um período de 8 horas de estudo diárias. Faço a divisão delas da seguinte forma: 1:10 para 5 matérias, 1 hora para escutar vídeo-aula no MP5(durante a malhação diária) e os 30' minutos finais dedicados a resolução de simulado.
2) A divisão do tempo gasto por matéria (que geralmente é 1:10) se dá com 10' iniciais dedicados a resolução de exercícios, 10' de recordação do resumo da matéria já estudada durante a semana, 30' de leitura da lei seca comentada e 20' de leitura da doutrina. Faço dessa forma, pois sei que se deixar a resolução de exercícios ou leitura de resumos e lei seca para depois , acabarei adiando-as e me concentrando apenas na extensa doutrina. Além disso, esse estudo variado não me cansa.
3) Tenho uma coisa em mente que aprendi com a experiência: não adianta aprofundar na matéria e não ter tempo hábil de completar o estudo do edital. Como tenho a convicção de que a maioria das bancas, incluindo até mesmo ESAF e CESPE, tem uma "queda" pela legislação seca penso que o foco principal deve ser o domínio dela, inicialmente.
4) Em relação a doutrina, dou preferência para leitura de resumos (de preferência escritos por autores de livros consagrados e voltados para concursos) ou cursos online em PDF( ponto dos concursos e estratégia), Isso se dá porque sei que por melhor que um livro seja , ele demanda tempo. Sendo assim, utilizo a leitura de livros de médio a grosso volume, só após dominar a lei seca e os livros de resumo e/ou apostilas. Caso, posteriormente, sobrar tempo para a leitura de livros mais extensos , com certeza estes serão lidos. Porém, tenho a convição realista que esse tempo "sobrando" só acontecerá de fato se o concurso for a médio ou longo prazos.
5) Faço um estudo otimizado, ou seja, com planejamento. Considero fundamental possuir todos os materiais a mão para evitar interromper os estudos para procurá-los. Criei uma pasta específica intitulada NOVA METODOLOGIA DE ESTUDOS.Dentro dela, insiro nova pasta intitulada LEI SECA, onde, arquivo cópia da letra de lei baixada pelo site www.planalto.gov.br.
6) Quando leio a doutrina em PDF, resumo-a, grifando com caneta marca-texto. Para isso faço uso do programa PDF ANOTTADOR (maravilhoso na minha concepção). Sempre que a doutrina fizer qualquer tipo de comentário à lei, eu copio essa parte escrita e colo logo embaixo da lei seca , em uma nova pasta intulada LEI SECA COMENTADA). É como se eu tivesse criando meu próprio Código ou lei comentada.
7) Concomitantemente aos meus estudos, mantenho fichas pautadas em mãos (usadas para escrever questões que, porventura, tenha errado ou mesmo observações interessantes acerca da matéria em estudo). Uso uma dessas fichas (separadas por matéria) para fazer o arquivo de números. Assim, todas as vezes que me deparo com letra da lei ou doutrina que contenha qualquer espécie de número, a anotação será imediata. Isso me faz ganhar tempo, para que não tenha que voltar na matéria de estudo, em outra oportunidade, visando fazer a mesma anotação.
7) Quando a questão é grande e demanda muito tempo para se anotada manualmente em fichas, prefiro digitá-las em uma pasta intitulada ESTUDO DE QUESTÕES, que constará duas novas pastas, separadas por matérias e denominadas: ERROS DE QUESTÕES e QUESTÕES INTERESSANTES.. O objetivo da pasta de erros é revê-la sempre.Jamais poderia não reler uma questão que errei pois ela tem muito a me ensinar. Por outro lado, a finalidade da pasta de questões interessantes é arquivá-las, seja por as ter acertado no "chute", seja por conter trechos importantes da matéria, que devam ser frisados. Importante salientar que muitas bancas utilizam até mesmo o enunciado de questões para perfazer seus bancos de dados.
8) Quando estudo aos domingos ,apenas para pagar as horas devidas do meu "banco de dados", dou preferência para um estudo mais "light", onde foco na resolução de uma prova anterior, tentando reproduzir o ambiente que encontrarei no dia "D"( dia da avaliação).
9) Em relação ao treino de redações, sugiro que entrem em um grupo específico de redações aqui do site, onde criei um tópico denominado "BRAINSTORMING DE INTRODUÇÃO DE REDAÇÕES" cuja tradução, do primeiro termo, significa TEMPESTADE CEREBRAL. É um grupo voltado para a exposição das mais diversas ideias de temas e treinamento da parte que considero ser a mais difícil numa redação. Digo isso, pois depois que vc inicia uma introdução, tudo começa a fluir melhor, mas até lá, constuma demandar tempo...rsrs
Bem, esse foi meu relato acerca da minha metodologia de estudos.Espero que todos postem também a sua,para que possamos ter um grande número de ideias para desenvolver um MEGA ESTUDO, aliado a uma MEGA APROVAÇÃO. Boa sorte a todos!!


Fonte: Blogger  http://atepassar.com/estudante/Cin/
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quarta-feira, 13 de junho de 2012

mapa verbo Formas Rizotônicas e Arrizotônicas


Português - Principais Tópicos Para Concursos - Verbos – Introdução - Formas Rizotônicas e Arrizotônicas
Grande
 
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mapa Ortografia - G/J e X/CH



Português - Principais Tópicos Para Concursos - Ortografia - G/J e X/CH

Grande

 

www.mapasequestoes.com.br
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mapa Porquê/Porque/Por que/Por quê



Português - Principais Tópicos Para Concursos - Emprego de palavras: Porquê/Porque/Por que/Por quê


Grande
                


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mapa reforma ortografica


Português - Principais Tópicos Para Concursos - Acentuação Gráfica – 02 – Alterações da Reforma Ortográfica
Grande
 
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terça-feira, 12 de junho de 2012

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

lrf

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terça-feira, 5 de junho de 2012

acento portugues

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figuras de sintaxe


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forma estado - governo - sistema de governo

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sábado, 2 de junho de 2012

mapa regencia esquecer - lembrar - recordar


 
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sexta-feira, 1 de junho de 2012

http://www.jonasbatista.com.br/direitoconstitucional1.html
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sábado, 26 de maio de 2012

mapa quorum aprovação


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sexta-feira, 25 de maio de 2012

mapa tipos de nacinalidade


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mapa fases processo legislativo

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mapa perda de mandato


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mapa intervenção federal



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COMPETÊNCIA


 
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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Parte 1 - Aula de Português: Hífen - Concurso da Polícia Federal

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quarta-feira, 9 de maio de 2012

edital tcu 2009

18.6 CONHECIMENTOS PARA O CARGO 4: TÉCNICO DE CONTROLE EXTERNO – ÁREA: APOIO TÉCNICO E
ADMINISTRATIVO – ESPECIALIDADE: TÉCNICA ADMINISTRATIVA (subitem 2.4)
18.6.1 CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA O CARGO 4
LÍNGUA PORTUGUESA: 1 Compreensão e interpretação de textos. 2 Tipologia textual. 3 Ortografia
oficial. 4 Acentuação gráfica. 5 Emprego das classes de palavras. 6 Emprego do sinal indicativo de crase.
7 Sintaxe da oração e do período. 8 Pontuação. 9 Concordância nominal e verbal. 10 Regência nominal
e verbal. 11 Significação das palavras. 12 Redação de correspondências oficiais.
CONTROLE EXTERNO: 1 Tribunal de Contas da União: natureza, competência e jurisdição. 2 Organização
e funcionamento do TCU. 3 Tipos de fiscalização. 4 Deliberações e recursos (Lei Orgânica e Regimento
Interno do TCU). 5 Teoria geral do processo.
DIREITO CONSTITUCIONAL: 1 Fundamentos, objetivos e princípios da Constituição Federal de 1988.
2 Administração Pública. Estruturas básicas. Servidores públicos. Princípios constitucionais. 3 Finanças
Públicas; normas gerais; orçamento público. 4 Direitos e Garantias Fundamentais. Direitos e deveres
individuais difusos e coletivos. Direitos Sociais. 5 Papel constitucional do TCU.
NOÇÕES DE INFORMÁTICA: 1 Conceitos básicos de informática: componentes funcionais de
computadores, armazenamento e organização de dados. 2 Conceitos e características de sistemas
operacionais: Windows XP e Linux. 3 Conceitos básicos e utilização de aplicativos para edição de textos,
planilhas eletrônicas, apresentações, gerenciadores de banco de dados e correio eletrônico: ambiente
Microsoft Office 2007 e BrOffice. 4 Conceitos básicos e tecnologias relacionados a Internet e Intranet:
aplicativos de navegação, pesquisa e compartilhamento de informações. 5 Conceitos básicos de
segurança da informação.
ATUALIDADES: 1 Tópicos relevantes e atuais em economia, política, saúde, sociedade, meio ambiente,
desenvolvimento sustentável, educação, energia, ciência e tecnologia no Brasil e no mundo.
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18.6.2 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA O CARGO 4
DIREITO ADMINISTRATIVO: 1 Organização administrativa da União: administração direta e indireta;
autarquias, fundações públicas; empresas públicas; sociedades de economia mista; entidades
paraestatais. 2 Atos administrativos: conceito, requisitos, elementos, pressupostos e classificação;
vinculação e discricionariedade; revogação e invalidação. 3 Processo Administrativo; normas básicas no
âmbito da Administração Federal (Lei nº 9.784, de 29/1/99). Princípios; direitos e deveres dos
administrados; instauração, formalização e instrução; recursos; invalidação, revogação e convalidação
de atos; prazos e sanções administrativas. 4 Licitação: conceito, finalidades, princípios e objeto;
obrigatoriedade, dispensa, inexigibilidade e vedação; modalidades; procedimento, revogação e
anulação; sanções; normas gerais de licitação. 5 Contratos administrativos: conceito, peculiaridades e
interpretação; formalização; execução; inexecução, revisão e rescisão. 6 Lei nº 8.666, de 21/6/1993,
atualizada e consolidada. 7 Agentes Públicos: servidores públicos; organização do serviço público;
normas constitucionais concernentes aos servidores públicos; direitos e deveres dos servidores
públicos; responsabilidades dos servidores públicos; processo administrativo disciplinar, sindicância e
inquérito; o Regime Jurídico Único (Lei nº 8.112, de 11/12/90, com alterações posteriores).
EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA: 1 Programação, execução e controle de recursos
orçamentários e financeiros. Empenho, liquidação e pagamento da despesa. Guia de Recolhimento da
União (GRU). Controle e pagamento de restos a pagar e de despesas de exercícios anteriores.
Suprimento de fundos. Conformidade diária e documental. Rol de responsáveis. 2 Retenção e
recolhimento de tributos incidentes sobre bens e serviços. 3 Noções de Siafi e CPR – Contas a Pagar e a
Receber. 4 Lei nº 4.320/64. 5 Lei de Responsabilidade Fiscal (LC nº 101/2000).
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Vídeo Aula 01 - Princípios Orçamentários - Concurso MPU

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Vídeo Aula - AFO - Controle Externo e Sistemas de Controle Interno - ABIN

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Vídeo Aula - AFO - Sistemas de Controle Interno - ABIN

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Vídeo Aula 01 - Ciclos Orçamentários - Concurso MPU

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Último Treino TRT/RS | Noções de Orçamento Público - Wilson Araújo - Par...

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Lei de Responsabilidade Fiscal -Aula 5

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Lei de Responsabilidade Fiscal - Aula 4

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Lei de Responsabilidade Fiscal - Aula 3

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Lei de Responsabilidade Fiscal - Aula 2

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Lei de Responsabilidade Fiscal - Aula 1

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Lei de Responsabilidade Fiscal - Aula 1

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Curso LRF - Aula 1 02

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Curso LRF - Aula 1 01

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Lei de Responsabilidade Fiscal

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Aula sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal - Prof. Caio Marco Bartine

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estrutura do TCU


organograma
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